segunda-feira, 21 de agosto de 2017

A "JUDICIALIZAÇÃO DA POLÍTICA" SÓ PODERIA DAR NA "POLITIZAÇÃO DA JUSTIÇA"!
1. Os políticos têm reclamado muito das intervenções e decisões antecipadas de ministros do STF, procuradores e juízes na política, especialmente no parlamento. Mas este é apenas um desdobramento da ação dos próprios políticos.
2. A cada vez que uma lei é aprovada e que contraria a opinião dos que perderam a votação, imediatamente os perdedores vão aos microfones e à imprensa anunciar que estão recorrendo à Justiça, ao Supremo ou ao Ministério Público contra essa decisão. Correm ao STF cercados de repórteres e câmeras. E brilham nos telejornais.
3. E, naturalmente, juízes e procuradores decidem ou opinam em cada caso. A isso se chamou de "judicialização da política". Ou seja, os políticos transferindo seu poder de decidir à justiça. E não se trata de casos isolados, mas de procedimentos sistemáticos e rotineiros por qualquer fato.
4. Com isso, a imprensa passou a conhecer a opinião de ministros superiores, juízes e procuradores antes das tramitações de leis e decisões serem definidas. Afinal, vença quem vencer, o recurso à justiça ou ao MP será inevitável nas questões maiores ou menores.
5. O tradicional era que esses recursos à justiça ocorressem contra atos do executivo, questionando sua competência e constitucionalidade. Mas depois, e cada vez mais, os recursos passaram a ser pelo litígio em torno de leis decididas dentro do próprio parlamento, portanto, entre os políticos e partidos.
6. Um tempo atrás, quando os magistrados eram acionados pela imprensa sobre leis em tramitação, sempre respondiam que não podiam se antecipar aos fatos e que só opinariam nos autos depois das leis serem aprovadas e os recursos apresentados com suas razões.
7. Na medida em que -por exclusiva culpa dos próprios políticos- a política foi judicializada, os magistrados -naturalmente- passaram a opinar fora dos autos, pressionados pela imprensa, já que esse caminho será o caminho a ser percorrido após a votação dessa ou daquela lei. A chamada reforma político-eleitoral é apenas um exemplo em destaque.
8. Com isso, a judicialização da política inverteu-se e passou a ocorrer a "politização da justiça". Se isso, antes, ocorria eventualmente, agora passou a ocorrer sistematicamente. A imprensa fica de plantão na porta do STF e acossa um ministro ao descer de seu carro, pressionando por sua opinião.
9. E até uma palavra, um sorriso ou uma cara feia passam a ser a opinião dos ministros. E além dos jornalistas especializados nos bastidores políticos, no parlamento, nas residências, nos restaurantes e nos lugares públicos, agora os mais prestigiados nos telejornais, nos sites e nos blogs, passaram a ser os especializados nos bastidores do judiciário.
10. Uma inevitável consequência do pecado original dos políticos. Como se diz no 'cancioneiro' popular: era Missa Anunciada.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O sangue ainda corre na amazônia


Dez anos após o assassinato de Dorothy Stang, os mandantes do crime continuam em liberdade e o círculo vicioso de exploração, violência e impunidade segue imperando na Amazônia.




"Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus". Estas foram as últimas palavras ditas por Dorothy Stang antes de ser alvejada por seis tiros, em uma estrada deserta de terra batida no interior do Pará. A missionária norte-americana tinha 73 anos de idade. Segundo seu executor, Rayfran das Neves, quando percebeu a aproximação da moto que levava seus assassinos, a freira abriu a Bíblia que carregava debaixo do braço e começou a rezar. O livro, inseparável, foi seu único consolo naqueles solitários segundos finais.
Neste 12 de fevereiro, o assassinato de Dorothy Stang completa dez anos, sem que os mandantes pelo crime tenham sido, de fato, presos. Depois de sucessivos julgamentos e do polêmico cancelamento do veredicto que condenou Vitalmiro Bastos de Moura a 30 anos de prisão, tanto ele como o outro mandante, Regivaldo Pereira Galvão, continuam livres. O caso, ao invés de exceção, infelizmente é a regra e retrato fiel da violência e impunidade que assolam comunidades rurais de todo o Brasil e especialmente da Amazônia.


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

BOAS FESTAS !!!

BOAS FESTAS !!!!!

Chega o fim de um ciclo e a gente se projeta pro futuro de uma forma indecisa: por um lado, nosso espírito esta voltado para a renovação, para investir em projetos inéditos, para sonhar alto e combater nossas carências. É como se pudéssemos, de um dia para o outro, zerar o que foi realizado e nascer de novo. Por outro lado temos dificuldades em dar essa zerada, porque isso significaria abrir mão de algumas coisas que foram vividas, e ninguém quer trocar uma coisa por outra e sim acumular. O ideal seria o novo nos receber de portas escancaradas para que levássemos toda nossa bagagem. Porém a porta não é tão aberta, não da pra levar tudo. Para receber o novo é preciso deixar para trás alguma coisa. Adeus ano velho. Foi ótimo, foi péssimo, foi fácil, foi difícil, me dei bem, me machuquei, teve de tudo. As coisas boas naturalmente irão se acomodar na minha mochila e vir comigo. Momento para observar, refletir, planejar, decidir e agir. Os fogos anunciam a chegada de um ano novo ! É hora de refazer seus sonhos ainda não realizados e acreditar que irá realizá-los. Soltar um olhar solitário e acalentador para seus amigos, aprender com os erros do ano já ido e brindar o ano bem vindo com um sorriso. Desejo a você boas festas e um ano novo repleto de luz, amor, saúde e prosperidade.

Roberto Rosa.


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Dê um jeito no seu sonho !!

O que abunda não prejudica, afirma com razão o provérbio. Melhor sobrar do que faltar, repete o senso comum. Mas entre nós, brasileiras e brasileiros, quantas vezes experimentamos a abundância ou a sobra?
Somos uma gente criada, na sua maioria, na escassez e nos precisos centímetros. Aprendemos em ambientes nos quais sempre falta algum capítulo da cartilha ideal. Ora não há dinheiro, ora não há pessoal treinado, ora inexiste infraestrutura.
E de nada adianta culpar o Seu Cabral, o rei, os imperadores, os republicanos. Assim como ajuda pouco desancar políticos e eleitores. Nossa fome é mais complexa, nossos problemas mais disléxicos. Para alcançar a fartura, teremos que melhorar o fora e o dentro. O avião e o aeroporto.
Também acredito que na Finlândia, Suécia, Japão, EUA, haja cenários mais propícios para que indivíduos e equipes possam, trabalhando duro, realizar seus projetos. Por aqui, não faltam trabalho duro e nem frustrações profundas. Você já não empreendeu algo que morreu na praia?
De solavancos, derrapagens e atolamentos em estradas de terra, aproveitamos algumas lições. A principal delas é que sonhar não basta. O sonho é como um motor de arranque. O que tira você da inércia para o movimento. Mas ele sozinho não é suficiente.
Sonho transformador é aquele que se torna concreto na vigília. Então, depois do arranque, para seguir viagem até o destino, são necessários combustível, provisões, peças de reposição. Também bem-vindos GPSs, roteiros, informações.
O que nos salva da noite sem luz é que a escassez pode favorecer a criatividade. Pois o "não ter tudo" cutuca a inteligência. 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Quem é Rafael Braga Vieira?

Quem é Rafael Braga Vieira?

A notícia circulou ontem por todos os portais: morador de rua preso durante protestos no Rio de Janeiro foi condenado a cinco anos e dez meses em regime fechado. Rafael Braga Vieira foi preso no dia 20 de junho ao sair de uma loja abandonada no centro do Rio com uma garrafa de água sanitária, um Pinho Sol e uma vassoura.
Ele tem 26 anos, é morador de rua, negro, catador de latinhas e foi condenado por roubo duas vezes, penas que já cumpriu. Isso é tudo o que sabemos sobre Rafael.
Até agora não vimos uma foto ou entrevista com ele, com seus amigos, ou qualquer pessoa que possa nos trazer mais informações sobre Rafael. O que ele tem a dizer sobre a sua prisão? Ele estava na manifestação? Onde ele ía como o material de limpeza? Como foi tratado nos cinco meses que ficou esperando o julgamento no complexo presidiário de Japeri?
O que sabemos são fragmentos de registros oficiais. Segundo matéria da revista Carta Capital, ele disse em depoimento que foi preso quando saia da loja abandonada onde morava há um mês e onde pegara os dois frascos de limpeza. No laudo do esquadrão antibomba, a Polícia Civil apontou que os produtos tinham “ínfima possibilidade de funcionar como coquetel molotov”. Quando o caso chegou ao Ministério Público, as garrafas foram descritas pelo promotor responsável pela acusação como “material incendiário”. Até que o juiz Guilherem Schilling Pollo Duarte determinou que “uma das garrafas tinha mínima aptidão para funcionar como coquetel molotov” e condenou Rafael a quase seis anos de prisão.
O seu caso está com a Defensoria Pública do Rio, que já declarou que vai recorrer. Ele teve o apoio do grupo Anonymus, que lançou campanha nas redes sociais pela sua libertação. Não precisa ser especialista em direito para perceber que o caso está cheio de furos e cheira a bode expiatório para assustar futuras manifestações. Os ingredientes da sua condenação deveriam ser explosivos no contexto de protestos, repressão policial e perseguição a manifestantes que se instalou no Brasil desde junho. Mas quem vai sair em defesa de Rafael? Mobilização em redes sociais é uma resposta à altura do que esse caso pode representar? Por que não vemos reportagens mais profundas sobre o caso? Como ainda não há um advogado, ou uma equipe de advogados, trabalhando no caso sem cobrar?

Rafael estava esquecido há quatro meses na prisão, ainda sem julgamento, quando o primeiro repórter descobriu sua história. Foi Piero Locatelli, ele mesmo preso sob acusação parecida durante a cobertura dos protestos em São Paulo: porte de garrafas suspeitas. No caso de Piero, vinagre. Como repórter da revista Carta Capital, ele teve o apoio de advogado e dos próprios veículos de comunicação, que circularam rapidamente a informação sobre a arbitrariedade de sua prisão. Mas, como o próprio repórter escreveu no seu relato sobre a prisão, ele não era o único e muitos outros ficaram na delegacia depois que ele foi liberado.
Desde junho, os abusos e ilegalidades cometidos pela Polícia Militar durante os protestos foram repetidamente flagrados, registrados e publicados. Tanto que parte da população parece ter naturalizado a “essência violenta” da instituição (a outra parte, que mora nas periferias, já convivia com essa face da PM há muito tempo).
A repressão violenta a manifestações deveria ser, em si, algo inaceitável em um país democrático, mas o caso de Rafael tem um elemento ainda mais surreal: nós sequer sabemos se ele fazia parte do protesto. Marcos Romão, no site Mamapres, lembrou das similaridades com o personagem de Charles Chaplin em “Tempos Modernos”. Desempregado e vagando pelas ruas depois de sair da prisão, Carlitos pega uma bandeira caída no chão. No mesmo minuto, uma manifestação toma a rua e ele é preso pela polícia, considerado líder do protesto.
Carlitos representava as incoerências e injustiças da sociedade de 1936. Rafael é a prova de que as coisas não mudaram tanto desde então. A nossa reação ao seu caso será a medida de quanto o Brasil pode mudar nos próximos anos.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Leoa abraça homens que a salvaram !!!

Sirga é uma leoa selvagem que criou laços afetivos com dois humanos após ser salva por eles. 

Nascida na República do Botswana, na África, ela foi resgatada ainda filhote, por Valentin Gruener e Mikkel Legarth, que a encontraram abandonada e faminta.


domingo, 15 de setembro de 2013

CIDADES SUSTENTÁVEIS !!

As cidades precisam retomar sua amizade com o homem e a natureza, devem voltar a ser gentis com eles e deixar de ser locais inacessíveis, distantes e frios. Pelo amor ou pela dor, as cidades vão se concertando e revendo velhos erros, mas, como sempre, seguem otimistas – e assim deve ser. Cidades sustentáveis? Sim, é possível, mas a velocidade da nossa ação sincretizando isso é que dirá em quanto tempo atingiremos a excelência na vida em comunidade. Salvo raras exceções, uma cidade, fisicamente falando, consiste em edificações que servem de abrigo ligadas por vias de acesso, por onde ela flui. A energia dessa fluência, pode-se dizer, é a alma desta grande reunião de humanos. A cidade é a natureza transformada para atender nossas necessidades, mas insuficiente energeticamente. Empresta energia de territórios longínquos alagados para poder sobreviver. A cidade pode ser autossuficiente. Todo ano, a conta vem para os erros urbanísticos e milhares de pessoas sofrem com as enchentes e a seca. Às vezes, a conta é diária. Que vida é esta em que o ar que se respira está infestado de resíduos? A água, o ar, os alimentos. Todos sagrados demais para receberem descargas tão grandes de resíduos humanos. A cidade pode ser limpa. Estamos em constante evolução, algumas muito demoradas, mas ainda assim avançamos. Se já passamos o limite da tolerância em algumas questões urbanas, como a ocupação irregular, as enchentes, a poluição, o caos no trânsito, agora também temos chances cada vez maiores de reverter o lado mau da cidade, e estamos diante de grandes oportunidades. Diante da falência dos velhos métodos de produção insustentável, diante de recursos cada vez mais exíguos, a genialidade humana acaba por criar soluções que podem redesenhar um futuro que não se quer apocalíptico. Um futuro sustentável. A cidade precisa ser criativa. É difícil dizer que existe uma cidade sustentável de fato, mas alguns projetos são tão bem elaborados que seus ganhos superam em muito as perdas, o que as coloca, no mínimo, como cidades que compensam os impactos negativos que geram. É um ótimo caminho para nossas cidades. 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

MUNICIPALIZAÇÃO

O Brasil possui 5.570 municípios, isso mesmo mais de 5 mil, o governo federal não tem como ter a gestão e nem os controles de fiscalização sobre os mesmos, por isso vemos a morosidade, a imcompetência e a corrupção sem controles no nível federal, por isso sou inteiramente a favor da municipalização de todos os serviços publicos e gestão dos mesmos.

Abaixo fiz um texto que expressa meu pensamento sobre a municipalização, queria que opinassem a respeito, se não quizerem expor suas idéias ao público me envie por mensagem sua opinião e sugestões !!!


Municipalização

É neste momento que se faz importante contextualizar estas reflexões no processo de descentralização do poder em implementação no país e representado, no nível local, pela municipalização.
De natureza político-administrativa, a municipalização vem aproximar, dos cidadãos, a instância decisória quanto aos rumos a imprimir à vida na comunidade. Aproxima, também, a instância do controle social sobre a execução das direções escolhidas e das decisões tomadas.
Assim, no contexto da municipalização, cabe a cada comunidade:
1.            identificar o perfil de necessidades e de desejos dos seus constituintes.
2.            decidir sobre que serviços e recursos deverá criar e manter, para a satisfação de tais necessidades e desejos.
3.            planejar sua implementação (o que fazer, como fazer e quando fazer)
4.            implementar, estrategicamente, os serviços e recursos identificados como necessários.
5.            exercer o controle social (fiscalização) sobre os serviços e recursos implementados, tanto no que se refere a sua natureza, como a sua qualidade.
Para a efetivação desse processo, conta-se com os Conselhos Municipais, que devem ser constituídos por representantes eleitos nas diversas instâncias da vida na comunidade e aos quais cabe, dentre outras funções, as de orientar e fiscalizar a prática institucional pública. Conta-se, ainda com as Conferências Municipais, instância em que se deve dar o debate social, a reflexão e a tomada de decisões, determinantes do direcionamento a ser adotado a curto, médio e longo prazos, no município.
Assim, encontra-se no espaço da própria comunidade a autonomia de decisão e de controle das ações sociais, aproximando do cidadão as condições para identificar necessidades e desejos da comunidade, decidir como enfrentá-los, bem como construir o nível de qualidade de vida que pretendem para seus participantes.

Isto é verdadeiro para todas as instâncias da vida na comunidade: saúde, educação, transporte, segurança, trabalho, assistência social, meio ambiente, lazer, e cultura.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

MAIS MÉDICOS ?

Mais médicos é um projeto eleitoreiro....vem atender as manifestações das ruas..não me impressiona...é muito pouco ainda....quero mais....quero padrão FIFA..quero mais investimentos..mais hospitais...mais leitos e condições adequadas para nossos médicos trabalharem !!!!!!!!

O que foi feito com os médicos cubanos no Ceará é inaceitável, sim, mas daí a julgar os médicos brasileiros por não se indignarem com o problema da falta de assistência, mas sim com a solução dada acho bizarro. Primeiro, porque a contratação dos médicos cubanos não é solução para o problema da falta de assistência no Brasil. Ainda mais da forma que está sendo feita. Esses médicos sabem o que os aguarda, ou estão apenas tentando sair de Cuba? Alguém perguntou para eles? Todos sabem que Cuba é um governo ditatorial, aí o Brasil vai e ao invés de pagar salário para os médicos cubanos repassa o dinheiro para o governo cubano... Essa questão dos médicos cubanos é polêmica porque toca a liberdade individual: A liberdade individual do médico brasileiro de buscar recompensa pelos anos de estudo e investimento feitos e a liberdade buscada pelos cubanos a qualquer preço. Afinal sabemos que a liberdade de autodeterminação DO INDIVÍDUO sempre foi motivo para revoluções, a mais emblemática, a Francesa, que deu origem ao modelo de democracia burguesa que vivemos hoje no Brasil. A falta de assistência médica é revoltante, claro, e todos sofrem com isso, inclusive os médicos brasileiros, que não tem condições de trabalhar, portanto tudo é uma questão de perspectiva. Se formar na faculdade de medicina é, sem dúvidas, algo grandioso, são anos de estudo árduo e investimento pesado. Estude 6 anos da sua vida, alguns deles já trabalhando de graça na rede pública para aprender a Medicina. Depois disso se forme, receba uma proposta de R$20,000 reais para trabalhar no interior. Vá pra lá, receba 2 meses de salário apenas. Depois disso trabalhe de graça, tudo isso em um posto de saúde com AQUELA estrutura brasileira, top de linha! Criticar de fora é fácil. O que são 4000 "médicos" (entre aspas sim, porque o Paraguai recusou essa proposta alegando que o conhecimento destes profissionais é igual ao de um técnico de enfermagem) para 200 milhões de brasileiros? Absolutamente nada meu caro. Pra finalizar, não sou de todo contra a proposta (que sem o Revalida é ilegal, trambique do nosso governo) mas sim como ela está sendo usada para diversos fins. Principalmente para fazer com que as pessoas acreditem que essa é realmente a solução. Por isso, tragam os médicos cubanos sim, mas me apresentem um plano decente pra saúde do nosso país. Por último, você paga plano de saúde? Ou confia a sua saúde aos nossos hospitais publicos? Já entrou em um? Nunca vi faltar médico, mas já vi faltar fio de sutura, gaze, gerador para queda de luz, macas e leitos. Porém, o médico brasileiro não é valorizado e isso é uma realidade que faz com que os melhores migrem para áreas como cirurgia plástica em vez de pediatria, por exemplo, não são incentivados para áreas que beneficiariam a maior parte da população. Não sou contra a contratação dos cubanos, por várias razões, dentre elas, porque um médico que não passou no exame é melhor do que nenhum. A questão é: como isso está sendo feito? Para isso é que temos que abrir os olhos. Para mim, não deixa de ser mais uma medida eleitoreira, malfeita, a fim de manter os currais eleitorais pelo Brasil. Culpar os médicos brasileiros pela má qualidade da saúde no Brasil é simplesmente ridículo. São indivíduos que tem direito de decidir se querem trabalhar e morar perto de suas famílias, das cidades com mais recursos, de onde se formaram, tudo absolutamente legítimo. Por que ninguém fala nada sobre a falta de universidades no interior? Elas formariam médicos no interior... os médicos brasileiros tem todo o direito de estar putos. A saúde no Brasil só é um problema porque sempre foi tratada com medidas eleitoreiras, afinal nada melhor para conseguir votos do que aliviar a dor física, o sofrimento das pessoas. São "assuntos urgentes", sobre os quais se pode decidir com medidas provisórias, com licitações duvidosas... Essa contratação é um band-aid que estanca, mas não cura. Além disso, mantém a lógica do coronelismo institucionalizada, para mim a principal doença do Brasil. Enfim, toda essa discussão está girando em torno do eixo errado."

quinta-feira, 27 de junho de 2013

A JUVENTUDE !!!!

Tirem suas conclusões..leiam e compartilhem se possível o texto abaixo.
Para mim ele é um irresponsável...quer fazer que todos acreditem que esse movimento que surgiu na sociedade é de direita e não representa a juventude...está novamente manobrando e manipulando as massas....agora quer fazer isso com os jovens.....LULA É IRRESPONSÁVEL, as consequências podem ser trágicas...podem gerar confrontos. Mas com a juventude ele não consegue...a juventude é expontânea....tem opinião própria....esta novamente transformando o país. Lula seu tempo passou...agora é o futuro e é a juventude que vai impulsionar essas mudanças e não você.........CHEGA !!!!

SÃO PAULO — Surpreendido pelas manifestações que tomaram conta do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula tem reunido os movimentos sociais mais próximos do PT para tratar dos protestos. O tom de Lula impressionou os jovens de grupos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a União da Juventude Socialista (UJS), o Levante Popular da Juventude e o Conselho Nacional da Juventude (Conjuve). Em vez de pedir conciliação para acalmar a crise no governo, Lula disse que o momento é de “ir para a rua”. Convidados pelo ex-presidente, cerca de quinze lideranças participaram do encontro anteontem, na sede do Instituto Lula, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Estopim para a onda de protestos, o Movimento Passe Livre (MPL) não foi convidado.

— Ele chamou os movimentos de que tem mais proximidade, queria ouvir, saber a impressão. Colocou que é hora de trabalhador e juventude irem para a rua para aprofundar as mudanças. Enfrentar (politicamente) a direita e empurrar o governo para a esquerda. Ele agiu muito mais como um líder de massa do que como governo. Não usou essas palavras, mas disse algo com “se a direita quer luta de massas, vamos fazer lutas de massas.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Não exija dos outros o que você não pode oferecer !!

Toda vez em que falamos sobre relacionamento, seja ele no âmbito pessoal ou no âmbito profissional, logo lembramos das dificuldades que vivenciamos todos os dias no contato com pessoas com as quais convivemos. Geralmente, é muito comum projetarmos nos outros a responsabilidade do insucesso da relação como justificativa pelo modo como nos comportamos, ou pelas coisas desagradáveis que nos acontece. Pensem comigo. Quando agimos desta forma, imediatamente pensamos que quem deve mudar de conduta é exatamente este outro. A partir daí o trabalho de mudança a ser realizado não faz parte do nosso projeto. Não precisamos mudar, afinal de contas o problema passa a ser da outra pessoa. Infelizmente é isso que queremos o tempo todo: que o outro mude ou que nos ofereça tudo o que merecemos, pois acreditamos sempre estar com a razão. Na maioria das vezes pensamos que é sempre o outro quem precisa repensar o seu comportamento e “consertar” alguns detalhes. Nesse sentido, passamos a maior parte do tempo atuando como juízes do comportamento das outras pessoas, mas não paramos para pensar nas nossas próprias ações. Parece bem mais fácil apontar as falhas de alguém e lhe dar a sentença de culpa, do que apontarmos para a nossa própria consciência e nos perguntarmos: como estou me comportando? Será que estou agindo de forma adequada com as pessoas? Provavelmente, ao nos deitarmos para dormir pensamos em tudo aquilo que “fizeram” para gente, porém não refletimos sobre o que “fizemos” aos outros. Na era da informação, do conhecimento e da tecnologia é a inteligência nos relacionamentos que está em alta. Entendam isso como a habilidade de compreender as pessoas e emitir respostas comportamentais adequadas às mesmas e também às situações. É preciso um trabalho contínuo de autoconhecimento para que não nos sobre tempo para ficar criticando os demais. Para desenvolvermos essa habilidade é muito importante conhecermos a nós mesmos, pois com isso vamos adquirindo a tão necessária maturidade emocional. Engana-se aqui quem associa esse processo à quantidade de tempo ou de anos de uma pessoa. O importante é perceber que tanto aos 20, quanto aos 40 ou 80 anos de idade se relacionar bem é essencial e que não há muito tempo a perder. As relações não esperam e inadequada pode ser considerada a nossa crença de que são os outros que devem ou não mudar para atender aos nossos desejos. E lembre-se: se você não precisa mudar, por que o outro deve fazer isso?

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

AGRADECIMENTO !!

Prezados Amigos, As eleições ocorreram e todos puderam manifestar a sua cidadania votando naqueles candidatos que entenderam os representar. Eu particularmente adoro a política, embora saiba que para a maioria das pessoas é uma aversão, pelos vários exemplos demonstrados por nossos políticos. A política é uma ciência, se aplica e se manifesta pelo cidadão. Infelizmente não consegui traduzir o meu trabalho a minha história, em votos que permitisse a minha eleição. Diversos fatores contribuíram para isso, e o principal deles sabemos qual é: a influência do poder econômico, o que me deixou em uma grande desvantagem. Optei em fazer uma campanha limpa, sem papel pelas ruas, sem placas, sem carro de som. Pela minha avaliação isso me prejudicou mais do que ajudou, todavia faria tudo de novo, pois entendo que poderia contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável e o debate político. Foi um aprendizado muito grande e que fortaleceu relações pessoais, onde amigos se revelaram ainda mais amigos e surpresas agradáveis de pessoas que não eram tão próximas assim e demonstraram todo o seu afeto e carinho, depositando sua confiança em mim. Minha equipe, pequena e não remunerada, trabalhou voltada para um projeto: o da sustentabilidade, um tema ainda não bem entendido pela maioria das pessoas pelo que percebi nas ruas. Saio de cabeça erguida, um pouco frustado sim, mas com uma imensa sensação de vitória pois apesar das várias dificuldades que enfrentei não desisti. Também não prometi, não enganei e principalmente não aceitei apoios financeiros que pudessem comprometer toda a minha história de vida. Meu agradecimento aos militantes e a direção do PV, que sempre me acolheram e apoiaram. Utilizando toda a experiência conquistada neste processo, fica a lição: O sucesso não é o final e o fracasso não é fatal: o que conta é a coragem para seguir em frente. É preciso começar; a primeira candidatura são degraus para a próxima. Coragem sempre !!!!! Que é o combustível dessa minha jornada. Foi um momento muito especial em minha vida. Queria agradecer a todos que se empenharam e contribuíram de alguma forma para chegarmos até aqui. Minha gratidão eterna !!!!!!!!!! Saudações verdes, Roberto Rosa.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

MUITO FELIZ !!

Estou feliz com o resultado da campanha, pois ela foi limpa, sem cartazes nas ruas, participativa e articulada com minhas redes sociais www.robertorosa43433.com/links.html Agradeço às centenas de pessoas que expressaram o seu apoio, estou certo de que esta campanha contribuiu e contribuirá para a articulação de vários grupos sociais da cidade, que querem construir uma nova forma de se discutir a nossa cidade. Agora, vamos às urnas, certos de que neste último momento ainda poderemos somar mais apoios para esta empreitada, que é de todos nós. Muito obrigado pela ajuda em mais esta caminhada. Domingo dê uma chance ao VERDE vote ROSA 43433.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A VIOLÊNCIA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

Uma pergunta que fica sem resposta é: por que existe uma violência tão exagerada na cidade do Rio de Janeiro? A cidade do Rio é maravilhosa, com inúmeros cartões postais e um povo amável, hospitaleiro e culto em sua maioria. Enfim, uma cidade que encanta pela beleza e por sua gente, mas que no entanto, sobrevive com este câncer chamado violência, que parece não conseguir tratar. Na cidade do Rio, há um contraste entre monumentos, manções e riqueza, ao lado da miséria e da extrema pobreza. Paisagens que nos encantam por suas lindas esculturas feitas pela natureza, mas que formam um grande contraste com as favelas. Voltando ao tema da violência nesta cidade, ficam algumas interrogações: diz-se que a causa da violência no Rio de Janeiro se dá devido ao tráfico de drogas. Mas o tráfico não é uma questão localizada, isto é: em todos os grandes centros urbanos há tráfico de drogas. Outro fator que também se levanta para justificar a violência está na questão social. Novamente podemos argumentar, que a desigualdade social está no País de maneira geral, independentemente de se tratar de grandes metrópoles ou pequenas cidades. Enfim, parece que tais argumentos – drogas e desigualdade social – ainda que saibamos possam ser geradores de violência, não explicam por si só, a tamanha violência existente no Rio de Janeiro. O fenômeno que me parece ocorrer para explicar tanta violência nesta cidade maravilhosa, está em seu contraste econômico, isto é, na riqueza convivendo lado a lado com a pobreza, faltando a valorização dos mais pobres, um projeto que os leve a resgatar sua auto-estima, o que poderia se implementar, aproveitando-se o grande potencial que existe nesta cidade. Em todas as grandes metrópoles de certa forma há maior violência, fruto da grande população por metro quadrado. Certamente, que as metrópoles exigem uma maior estrutura e um maior planejamento na área de segurança, mas quando analisamos a violência nas grandes cidades, percebemos que o Rio sempre acaba se destacando. Quem acompanha os governos tanto da cidade do Rio quanto do Estado, observa que já houve inúmeras tentativas para minimizar o quadro de violência, no entanto, parece que são tentativas frustradas. Hoje o que parece haver no Rio de Janeiro é a existência de um estado paralelo dentro do Estado Legal, onde parte da população – a mais pobre, apóia o estado paralelo e a outra o Estado Legal. A população mais pobre apóia o estado paralelo, porque ele lhe dá segurança e acaba fazendo o que os governos não fazem por ela e também pelo medo em que esta população vive, tanto do Estado Legal quanto do paralelo. Enfim, a meu ver, a violência no Rio de Janeiro não diminuirá por meio da violência, prática que este governo vem adotando, como também não acabará sem uma segurança ostensiva, que transmita confiança à população das classes A, B, C, D, etc. como também aos turistas que são milhões todos os anos. A violência diminuirá a longo prazo, com um grande projeto social que atinja as crianças, adolescentes e jovens carentes, dando a eles uma perspectiva e esperança de futuro. Um projeto social que atinja as famílias pobres que hoje fazem parte do estado paralelo e que precisam sentir apoio e segurança para voltarem a acreditar no Estado Legal. Os governantes do Estado e da cidade do Rio, precisam subir aos morros e ir às favelas para sentirem a realidade da pobreza que está aos olhos deles. Enfim, precisam priorizar seus governos em prol dos mais pobres, porque assim, estarão também trabalhando para os mais abastados economicamente. Roberto Rosa

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

UMA CIDADE SEM PROBLEMAS ?????

RIO DE JANEIRO VIRTUAL As pesquisas de intenção de voto indicam que o atual prefeito do Rio seria eleito no primeiro turno em 7 de outubro. Isso significa, em tese, que a população aprova os serviços prestados pelo poder público, nesses 4 anos, em nossa cidade. Diante desses dados, podemos deduzir que não há problemas nos hospitais, nos postos de saúde e nas demais unidades. Não há falta de leitos, de ambulâncias, de medicamentos e de outros insumos nem de médicos no serviço público de saúde. Os médicos e enfermeiros estão felizes com as suas condições de trabalho e com seus contracheques. As pessoas chegam e são prontamente atendidas. Não há demora. Os atendimentos são de primeiro mundo. Então, vamos continuar com as Organizações Sociais (ONGs disfarçadas); vamos continuar entregando a saúde pública para os empresários. Que Beleza !!! Nas escolas públicas, os alunos aprendem com facilidade; não há excesso de alunos em sala; os professores estão maravilhados com as suas condições de trabalho e com o seu gigantesco salário; não há evasão de alunos nem de pessoal docente. No Rio, todo mundo quer ser professor da rede municipal de ensino para ter boa vida. Sobram vagas nas creches. As crianças e os adolescentes estão tão felizes que não suportam voltar para suas casas. E as que estão na rede privada têm inveja de quem está na pública. Seu sonho é conseguir sair da escola particular, pois, nos concursos, não conseguem competir com aqueles oriundos das escolas municipais. Que Sonho !!! O trânsito flui que é uma beleza. Não há retenções nas principais vias da cidade. Engarrafamentos são coisas do passado e são vistos, apenas, em documentários televisivos que recordam como era o Rio. As pessoas levam de 10 a 20 minutos de casa para o trabalho e vice-versa. Os cariocas zombam dos paulistas que gastam mais de uma hora no trânsito para se deslocar. Por causa do organizadíssimo trânsito do Rio, muitos brasileiros de outras capitais querem se mudar para cá. Afinal, trânsito caótico aumenta a adrenalina e mata. Semáforos enguiçados, pardais, quebra-molas, reboques e as multas de trânsito são levados numa boa pelos cariocas. Todos aprovam. Trabalhadores que usam os serviços de ônibus municipais, trens da Supervia, Metrô e barcas estão rindo à toa. Veículos limpos, vagões impecáveis, boa conservação, ar condicionado, música e até café servido aos usuários que se sentam e viajam com prazer . Não há atrasos ou superlotação como antigamente. As tarifas estão dentro dos orçamentos das pessoas. Que espetáculo !!! A política de segurança pública, onde há parceria da prefeitura do Rio com o governo do Estado, acabou com a criminalidade. Não há mais assaltos, saidinhas de banco, furtos etc. Milicianos e traficantes só existem em filmes de ficção; a política de prevenção contra o uso de drogas no Rio serve de exemplo para os países europeus, pois o índice de recuperação de drogados viciados atingiu 99%. Não há tráfico de drogas nem de armas em nossa cidade. Crack, só na seleção brasileira de futebol. Que paraíso !!! Não há favelas sem saneamento básico e sem os serviços essenciais. E nossos rios e nossas lagoas foram despoluídos. A fiscalização da prefeitura impede, totalmente, o lançamento de esgoto nos rios sem tratamento adequado. Que maravilha!!! Finalmente, todos os cariocas, ricos e pobres, desfrutam de habitações, saneamento, escolas, hospitais, trabalho e renda, como nos países de primeiro mundo. Nossos impostos, agora, têm aplicação devida e retorno social. A cidadania atinge a todos, rigorosamente, todos. Quanta fraternidade !!! Não há corrupção; não há superfaturamentos em obras e em compras; os megaempresários foram tão "humanizados" pelo convívio promíscuo e em farras no exterior com autoridades dos governos municipal e estadual que dividem seus lucros com os mais desassistidos. Não há concentração de renda; não há miséria; não há tensões sociais; camelôs convivem com comerciantes e guardas municipais como pombinhos; motoristas de vans e donos de empresas de ônibus chegaram a um acordo jamais imaginado, após intervenção sábia de autoridades da prefeitura. Quanta competência !!! É evidente que esses índices das pesquisas foram alcançados, porque o prefeito-candidato anunciou que vai derrubar a Perimetral, alterar o modelo de aposentadoria dos servidores públicos e desativar o autódromo de Jacarepaguá, além de, em parceria com o governo do Estado, entregar de mão beijada o Maracanã, cuja reforma já ultrapassa R$ 1 bilhão, a um empresário seu amigo. Isso trouxe mais euforia aos cariocas que aprovam a sua reeleição! Ou as pesquisas são enganosas e preparativas de uma grande fraude eletrônica (pouco provável); ou a vida dos cariocas está maravilhosa (e eu estou confuso, pois não consigo enxergar isso); ou estamos vivendo em um RIO VIRTUAL onde tudo funciona bem. Uma cidade sem problemas...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Muito, mas muito obrigado mesmo !!

Caros Amigos: A eleição de 07/10/2012 será um marco na minha vida, uma data que será lembrada para sempre, representará o fim de um ciclo e o início de uma nova fase para mim; sendo eleito ou não. A política é linha de ação continua e as eleições pausam essas ações, onde candidatos se apresentam, mostram suas propostas, são avaliados e como nosso modelo é o democrático, são votados. Pois bem, coloquei meu nome, pelas razões que já expliquei, acesse:http://robertorosaeuapoio.ning.com/profiles/blogs/mil-razoes , acreditando na minha trajetória, história, realizações e propostas. Até aqui estivemos juntos de alguma forma, pois uso muito essa ferramenta que é a internet, participando de várias redes sociais: Orkut, Twitter, Facebook, Flickr, Youtube, Blog, Ning, acesse:http://www.robertorosa43433.com/links.html, para assim poder mostrar minhas ações e meu trabalho político, muitas vezes até com muita freqüência mas sempre com a intenção de ser transparente e informar. Com o início da campanha em julho, percorri vários locais, bairros, ruas, comunidades, fiz um corpo a corpo intenso. Constatei o que todos sabemos; a grande rejeição a classe política, expressada muitas vezes de forma grosseira e até agressiva, perdi a conta de quantas vezes estendi a mão para um cumprimento e fui ignorado. Venci resistências, conheci muitas pessoas e conquistei simpatizantes, tive momentos: estressantes, de angustia, de tristeza, me emocionei, muitos momentos felizes, renovei minha fé, perseverei e apesar de várias dificuldades me sinto um vitorioso, pois tive determinação e não desisti. É por isso que vivo os momentos bons, não como se fossem os últimos, mas como se fossem os primeiros de muitos e sou feliz pela estrada que escolhi. A revista Veja da ultima edição assinala que placas, bandeiras e outros adereços terão menos influência junto ao eleitorado e que trabalho e a história do candidato é que prevalecerão e que a internet terá um papel fundamental. Espero que sim, pois fiz uma campanha baseada nos ideais do meu partido, não poluí as ruas com panfletos jogados, não poluí visualmente pois não coloquei placas, não poluí sonoramente pois não coloquei carro de som, fiz uma campanha limpa. espero ter o reconhecimento nas urnas. Quero agradecer a todos pelo apoio, incentivo e carinho comigo. Em janeiro de 2012 cinquenta e um (51) vereadores irão assumir seus mandatos, espero ser um deles, serei digno de representá-los, estou preparado. Como ajudar Roberto Rosa: http://robertorosaeuapoio.ning.com/profiles/blogs/como-ajudar Roberto Rosa.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

No Japão 125 milhões !!!

O dinheiro e as barras de ouro estavam em cofres e carteiras de vítimas do tsunami no Japão. Em casas e empresas destruídas. Nas ruas, entre escombros e lixo. Ao todo, o equivalente a R$ 125 milhões. Dinheiro achado não tem dono. Certo? Para centenas ou milhares de japoneses que entregaram o que encontraram à polícia, a máxima de sua vida é outra: 'não fico com o que não é meu'! E em quem eles confiaram? Na Polícia, que localizou as pessoas em abrigos ou na casa de parentes e já conseguiu devolver 96% do dinheiro. A reportagem foi do correspondente da TV Globo na Ásia, Roberto Kovalick. A história encantou. “Você viu o que os japoneses fizeram?” Natural a surpresa. Num país como o Brasil, onde a verba destinada às inundações na serra do Rio de Janeiro vai para o bolso de prefeitos, secretários e empresários, em vez de ajudar as vítimas que perderam tudo, esse exemplo de cidadania parece um conto de fadas. O que aconteceu em Teresópolis e Nova Friburgo não foi um mero e imoral desvio de dinheiro público. Foi covardia. Político japonês não é santo. Em que instante a nossa malandragem deixa de ser folclórica e cultural e passa a ser crime de desonestidade? Por que a lei de tirar vantagem em tudo está incrustada na mente de tantos brasileiros? A tal ponto que os honestos passam a ser otários porque o mundo seria dos espertos? Eles devolveram às vítimas do tsunami R$ 125 milhões. Precisamos – nós e a Polícia – aprender a agir assim Um dia, todos precisaremos aprender que não se coloca no bolso, na bolsa, nas meias e nas cuecas um dinheiro que não nos pertence. É roubo. "Não me importo com o que os outros pensam sobre o que eu faço; mas eu me importo muito com o que eu penso sobre o que eu faço. Isso é caráter."

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

POR QUE O CONSUMO DE COCAÍNA SÓ FAZ CRESCER?

(Miguel Espeche - La Nacion, 16) 1. Por mais incrível que pareça, quando se fala do consumo de cocaína, raramente perguntamos o essencial: por que se consome tanto? A cocaína “ajuda” a ir em frente e a nunca parar. Ajuda aquele que sente dor, a não sentir dor, aquele que tem medo, a não ter medo, aquele que é fraco, pareça forte e dá uma sensação de onipotência que apoia, em termos emocionais, a ideologia moderna de "ir em frente" sem parar nem sentir. 2. Ao contrário da maconha, que entorpece e embaralha a consciência em uma dispersão incompatível com trabalho ou atividades que exigem eficiência operacional, a cocaína parece aumentar este tipo de eficiência, e por isso é percebida como uma droga que "ajuda" em certas tarefas, especialmente naquelas em que existe uma grande pressão. Não surpreendentemente, a cocaína surge como uma bengala em locais onde a competição é exacerbada. 3. A droga proporciona uma distância emocional que permite suportar o insuportável e, por sua vez, abre a porta para habitar esse universo "mágico" que é o da diversão dos vencedores desse mundo competitivo, aqueles que não têm fissuras, dores, dúvidas ou preocupações. O medo, a ansiedade, a fragilidade, as emoções normais para a condição humana, são postas de lado quando a cocaína coloca uma "casca grossa" nas pessoas que a utilizam, protegendo-as contra os seus próprios estados de ânimo e contra este meio ambiente que considera a emotividade como desnecessária, um sinal de fraqueza e fracasso no mar dos “cascas grossas”, dos descolados e dos vencedores. 4. O efeito anestésico da cocaína, que blinda a emotividade e a capacidade empática, evita qualquer "dano" que esse "outro" significa na vida cotidiana. Se há algo que distingue a cocaína é o egoísmo de suas idiossincrasias e da cultura que ela representa. O consumidor de cocaína "faz a sua parte", mas sem capacidade de criar raízes emocionais em qualquer coisa. Na verdade, isso é o que busca: não sentir, para seguir em frente (independente da onde é o “em frente"), impulsionado pela vivência onipotente e indolor que propõe a droga e a cultura que ela representa. 5. O indivíduo da cultura cocaínica, onipotente e emocionalmente anestesiado, se sustenta por força do consumo. Ao contrário, a pessoa aberta a sua limitação individual e que não nega essa fragilidade, pode ver nessa condição um vínculo com o outro. Esse vínculo gera rede e essa rede que o liga com seus semelhantes é o que, por milênios, permite que os indivíduos e as sociedades durem, além da dor, das misérias e dos desastres. Que esse mundo mentiroso que hoje representa a cocaína não mude e machuque a quem, com ou sem razão, e com a fragilidade a reboque, constrói o mundo com essa rede que faz com que, por milênios, a humanidade continue sua marcha em direção ao melhor lugar possível.