ONU declara acesso à água um direito humano essencial
O acesso à água potável e ao saneamento básico é um direito humano essencial, declarou a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em uma votação realizada 28/07/2010 na sede da entidade em Nova York e que espelha a preocupação com a situação de quase 900 milhões de pessoas em todo o mundo sem acesso a fontes de água limpa. A decisão foi tomada por 122 votos a favor e 41 abstenções, informa a ONU em sua página na internet. Não houve nenhum voto contra a declaração, apesar de 29 países terem se ausentado da votação. O Brasil votou a favor da resolução. Em sua intervenção, a representante permanente do Brasil na ONU, Maria Luiza Ribeiro Viotti, declarou que o direito à água potável e ao saneamento básico está intrinsecamente ligado aos direitos à vida, à saúde, à alimentação e à habitação.
De acordo com ela, é responsabilidade dos Estados assegurar esses direitos a todos os seus cidadãos e o Brasil tem trabalhado dentro e fora de suas fronteira para promover o acesso à água e ao saneamento básico, especialmente entre as comunidades de baixa renda.
O texto da resolução manifesta profunda preocupação com o fato de 884 milhões de pessoas em todo o mundo não terem acesso a fontes confiáveis de água potável e de mais de 2,6 bilhões não disporem de saneamento básico.
Estudos também indicam que cerca de 1,5 milhão de crianças menores de cinco anos morrem e 443 milhões de aulas são perdidas todos os anos no planeta por conta de doenças relacionadas à potabilidade da água e à precariedade dos serviços de saneamento básico.
Pela resolução aprovada pela Assembleia Geral da ONU, composta por 192 países, Catarina de Albuquerque, especialista independente da ONU em direitos humanos, terá de incluir em seu relatório anual sobre o tema a situação do acesso à água potável e ao saneamento básico. As análises se concentrarão nos desafios a serem superados para que haja direito universal à água e aos serviços de saneamento e no progresso dos países rumo ao cumprimento das Metas do Milênio.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Gabeira 43

Um trem para subir a serra
Postado por Gabeira43
Fizemos uma caminhada de seis quilômetros em Petrópolis, do Alto da Serra até o fim da estrada de ferro na estação Raiz da Serra. O objetivo da caminhada foi o de mostrar a viabilidade da construção do trecho que falta para completar a via férrea que liga Petrópolis ao Rio.
A importância dessa estrada é muito grande, em primeiro lugar porque vai determinar uma integração maior entre as duas cidades, proporcionando a Petrópolis a possibilidade de explorar ao máximo o potencial dos Jogos Olímpicos do ponto de vista turístico. O segundo aspecto é que essa estrada vai desafogar um pouco o trânsito através de um veículo – o trem elétrico – que não produz emissões de gás carbônico, portanto muito menos poluente.
Esta estrada foi construída inicialmente pelo Barão de Mauá. Ele não conseguiu terminá-la, o que só foi feito por uma empresa chamada Grão-Pará. Durante a ditadura militar, já que o sindicato dos ferroviários era muito atuante, tudo foi fechado, e aos poucos os trilhos foram sendo destruídos, mas o caminho permaneceu. Por isso, se nós construirmos esses seis quilômetros, e repararmos algumas estações, teremos novamente a ligação entre Petrópolis e o Rio de Janeiro.
E não é a única: existem outros potenciais aqui na serra, como Guapimirim-Teresópolis, que pode ser um complemento ferroviário para a ligação entre a região serrana e o Rio de Janeiro. Portanto, a construção desse trecho, que custará cerca de R$ 60 milhões, é um compromisso de meu governo que firmei com os vários movimentos na cidade que apóiam esta iniciativa.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
A natureza mostra os erros !!!!!!!!
Os erros do Governo LULA que só a Natureza mostra.
Com a Mídia comprometida, as centrais sindicais controladas, a opinião pública se tornando, cada vez mais, uma opinião publicada, o uso da Máquina Governamental manipulando a pobreza de forma clientelista e a hipocrisia de parte da Classe Média que finge que não vê, porque tem seus anseios consumistas atendidos, enquanto as esmolas são distribuídas aos pobres e a concentração de renda aumenta, só a NATUREZA mostra a VERDADE neste País.
Foi assim, há poucos meses, no Rio de Janeiro capital, em Niterói (Morro do Bumba), na Baixada Fluminense e em Angra dos Reis. Antes, havíamos visto em Santa Catarina. Agora, é no Nordeste. Alagoas e Pernambuco agonizam com as chuvas e as enchentes que dizimaram vidas, produziram desabrigados e varreram do mapa cidades e lugarejos. A Mídia pede donativos ao povo e não cobra responsabilidades do Governo. Por quê?????
No site CONTAS ABERTAS, verificamos que o Governo Lula não mandara um centavo sequer para Alagoas, governada pelo PSDB, da verba destinada à prevenção de enchentes do Ministério da Integração Nacional. Pernambuco recebera apenas 0,24% do total. A Bahia, reduto do ex-Ministro e, agora, candidato a Governador Geddel Vieira Lima (PMDB), ficou com 56,8% de toda a verba para prevenção de enchentes. Aos amigos, tudo; aos não obedientes, nada... Este é o lema de Lula e do PT. Falam isto abertamente.
Na semana passada, Lula apareceu nos municípios afetados, sapateando em lama, numa debochada campanha eleitoral antecipada e, com o largo e habitual cinismo que o caracteriza, atribuiu aos Governos anteriores as mazelas dos pobres nordestinos. Agora vai dar uma de “salvador da pátria”, comportamento típico dos déspotas. Não é o Governo que faz; é ele, o “Salvador”!
Dona Dilma, do alto de sua arrogância, repetiu a tolice de seu criador. Eles estão no Governo há 8 anos e acham que não têm nada a ver com essas catástrofes. Ainda querem se passar por OPOSIÇÃO. Apropriaram-se do Modelo Econômico dos Governos anteriores e assumiram como deles, mas, quando é desgraça, é dos seus antecessores. Qualquer pessoa que exercite seu espírito crítico percebe a artimanha. Isso é politicagem, mas que vem dando certo, pois a Mídia comprometida aprova.
Lula, cinicamente, disse que não se deve usar a Política nesta hora, mas não faz outra coisa. E a população sofrida é que se dana! Eles, contando com a conivência de uns, a indiferença de outros e os interesses escusos de mais outros, vão se divertindo à nossa custa, mas a natureza não se deixa levar por propaganda enganosa. A NATUREZA não é conivente! E, infelizmente, pessoas estão sofrendo...
Com a Mídia comprometida, as centrais sindicais controladas, a opinião pública se tornando, cada vez mais, uma opinião publicada, o uso da Máquina Governamental manipulando a pobreza de forma clientelista e a hipocrisia de parte da Classe Média que finge que não vê, porque tem seus anseios consumistas atendidos, enquanto as esmolas são distribuídas aos pobres e a concentração de renda aumenta, só a NATUREZA mostra a VERDADE neste País.
Foi assim, há poucos meses, no Rio de Janeiro capital, em Niterói (Morro do Bumba), na Baixada Fluminense e em Angra dos Reis. Antes, havíamos visto em Santa Catarina. Agora, é no Nordeste. Alagoas e Pernambuco agonizam com as chuvas e as enchentes que dizimaram vidas, produziram desabrigados e varreram do mapa cidades e lugarejos. A Mídia pede donativos ao povo e não cobra responsabilidades do Governo. Por quê?????
No site CONTAS ABERTAS, verificamos que o Governo Lula não mandara um centavo sequer para Alagoas, governada pelo PSDB, da verba destinada à prevenção de enchentes do Ministério da Integração Nacional. Pernambuco recebera apenas 0,24% do total. A Bahia, reduto do ex-Ministro e, agora, candidato a Governador Geddel Vieira Lima (PMDB), ficou com 56,8% de toda a verba para prevenção de enchentes. Aos amigos, tudo; aos não obedientes, nada... Este é o lema de Lula e do PT. Falam isto abertamente.
Na semana passada, Lula apareceu nos municípios afetados, sapateando em lama, numa debochada campanha eleitoral antecipada e, com o largo e habitual cinismo que o caracteriza, atribuiu aos Governos anteriores as mazelas dos pobres nordestinos. Agora vai dar uma de “salvador da pátria”, comportamento típico dos déspotas. Não é o Governo que faz; é ele, o “Salvador”!
Dona Dilma, do alto de sua arrogância, repetiu a tolice de seu criador. Eles estão no Governo há 8 anos e acham que não têm nada a ver com essas catástrofes. Ainda querem se passar por OPOSIÇÃO. Apropriaram-se do Modelo Econômico dos Governos anteriores e assumiram como deles, mas, quando é desgraça, é dos seus antecessores. Qualquer pessoa que exercite seu espírito crítico percebe a artimanha. Isso é politicagem, mas que vem dando certo, pois a Mídia comprometida aprova.
Lula, cinicamente, disse que não se deve usar a Política nesta hora, mas não faz outra coisa. E a população sofrida é que se dana! Eles, contando com a conivência de uns, a indiferença de outros e os interesses escusos de mais outros, vão se divertindo à nossa custa, mas a natureza não se deixa levar por propaganda enganosa. A NATUREZA não é conivente! E, infelizmente, pessoas estão sofrendo...
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Google assina contrato para compra de energia eólica

O Google anunciou nesta terça-feira que fechou contrato para comprar a produção de um parque eólico da NextEra Energy Resources. A produção da usina, que tem 114MW em capacidade instalada, será utilizada para abastecer diversos data centers da companhia. O acordo tem a duração de vinte anos.
"Contratanto toda essa energia por todo esse tempo, estamos dando ao desenvolvedor eólico a capacidade de financiar novos projetos de energia limpa. A incapaciadde de obter financiamento tem sido um inibidor significante para a expansão da energia renovável", afirma o Google, em seu blog oficial.
A companhia ainda destaca outros de seus esforços no setor de energias limpas, como o uso de data centers eficientes energeticamente, a instalação de placas solares para uso próprio e a compra de créditos de carbono.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Marina Silva sobe tom do discurso no Piauí
Marina Silva sobe tom do discurso no Piauí
Agência Estado
A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, subiu o tom do discurso durante a visita ao Piauí. Ela disse que não é currículo que vai decidir o pleito, porque os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), que apresentam currículo, fazem uma guerra de dossiês e baixaria. "É um plebiscito da baixaria. O povo brasileiro não merece e nem precisa disso. Não vamos entrar nesse jogo de vale tudo para saber quem faz mais ataques. Não vamos fazer esse plebiscito. Queremos discutir propostas e ideias", afirmou Marina Silva durante um encontro com militantes do Partido Verde no auditório Mestre Dezinho, no Centro de Artesanato, em Teresina.
Marina Silva criticou a divulgação que seu candidato a vice-presidente Guilherme Leal, proprietário da Natura, teria cometido contravenção ambiental. "Depois eles divulgaram a informação correta, dizendo que meu vice estava correto. Não adiantar tentarem criar factéides, com metade da informação, para tentar macular a imagem das pessoas", assegurou a presidenciável. "Não queremos entrar no jogo rasteiro. Vamos fazer criticas sem ataques para desconstruir as pessoas. Não vamos para o vale tudo na eleição. Para nós, o povo é mais relevante e merece respeito", completou.
Por outro lado, a candidata verde está associando a sua imagem a de Lula e disse que será a sucessora do presidente Lula. Ela afirmou que também é da família Silva e que será a primeira mulher a presidir o país. Marina se colocou como um Davi para enfrentar os Golias. "Vamos armar as nossas fundas e procurar umas pedras bem redondas. Mas o nosso gigante não é Dilma e nem é Serra. A testa do nosso gigante é a urna".
A senadora surpreendeu ao dizer que vai dar seguimento a política econômica do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com o plano Real, e aos programas sociais do presidente Lula, como o Bolsa Família. "Mas nossa intenção é corrigir as falhas e garantir as conquistas sociais de terceira geração, com a inclusão produtiva. Queremos corrigir os erros e apontar novos desafios".
Agência Estado
A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, subiu o tom do discurso durante a visita ao Piauí. Ela disse que não é currículo que vai decidir o pleito, porque os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), que apresentam currículo, fazem uma guerra de dossiês e baixaria. "É um plebiscito da baixaria. O povo brasileiro não merece e nem precisa disso. Não vamos entrar nesse jogo de vale tudo para saber quem faz mais ataques. Não vamos fazer esse plebiscito. Queremos discutir propostas e ideias", afirmou Marina Silva durante um encontro com militantes do Partido Verde no auditório Mestre Dezinho, no Centro de Artesanato, em Teresina.
Marina Silva criticou a divulgação que seu candidato a vice-presidente Guilherme Leal, proprietário da Natura, teria cometido contravenção ambiental. "Depois eles divulgaram a informação correta, dizendo que meu vice estava correto. Não adiantar tentarem criar factéides, com metade da informação, para tentar macular a imagem das pessoas", assegurou a presidenciável. "Não queremos entrar no jogo rasteiro. Vamos fazer criticas sem ataques para desconstruir as pessoas. Não vamos para o vale tudo na eleição. Para nós, o povo é mais relevante e merece respeito", completou.
Por outro lado, a candidata verde está associando a sua imagem a de Lula e disse que será a sucessora do presidente Lula. Ela afirmou que também é da família Silva e que será a primeira mulher a presidir o país. Marina se colocou como um Davi para enfrentar os Golias. "Vamos armar as nossas fundas e procurar umas pedras bem redondas. Mas o nosso gigante não é Dilma e nem é Serra. A testa do nosso gigante é a urna".
A senadora surpreendeu ao dizer que vai dar seguimento a política econômica do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com o plano Real, e aos programas sociais do presidente Lula, como o Bolsa Família. "Mas nossa intenção é corrigir as falhas e garantir as conquistas sociais de terceira geração, com a inclusão produtiva. Queremos corrigir os erros e apontar novos desafios".
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Procuradoria pede impugnação de Sérgio cabral
O Tribunal Superior Eleitoral recebeu 30 pedidos de impugnação de candidatos aos governos estaduais para as eleições deste ano. Cinco governadores estão na lista: Sérgio Cabral (PMDB-RJ), Roseana Sarney (PMDB-MA), Ana Júlia Carepa (PT-PA), Teotônio Vilela Júnior (PSDB-AL) e Omar Aziz (PMN-AM). Nomes como o do ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) e do ex-senador Joaquim Roriz (PSC-DF) também estão sob análise.
Além de Collor, dos seis postulantes ao governo de Alagoas, quatro receberam apresentações de impugnação: Ronaldo Lessa (PDT), que, em 2004, foi condenado a três anos de inelegibilidade por abuso de poder econômico; Jeferson Piones (PRTB) e o governador tucano Teotônio Vilela Júnior. O PSDB é o partido que tem mais registros questionados - 4.
No Distrito Federal, quatro dos sete candidatos aguardam aprovação. O ex-senador Joaquim Roriz, cujo pedido de impugnação registra desde "renúncia a mandato desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição e ausência de quitação de multa imposta pela Justiça Eleitoral (MPE). Ele também declarou guardar em casa R$ 160 mil em dinheiro vivo.
O petista Agnelo Queiroz, de acordo com o TRE-DF, teve suas contas rejeitadas em virtude de irregularidade insanável que configura ato doloso de improbidade administrativa. Newton Lins (PSL) Rodrigo Dantas (PSTU) completam o cenário.
No Maranhão, Roseana Sarney responde por abuso de poder econômico, enquanto seu antecessor, Jackson Lago (PDT) é questionado por causa da Lei da Ficha Limpa.
Ana Júlia Carepa (PA) não declarou seus bens à Justiça Eleitoral, assim como Rogério Novaes (PV-SC). Já o ex-governador de Sergipe João Alves Filho (DEM) declarou ter uma biblioteca que contém joias, quadros, objetos de arte, de coleção e antiguidade avaliada em R$ 6.939,72.
Os pedidos foram feitos pelas procuradorias eleitorais com base na Lei da Ficha Limpa, ausência de quitação eleitoral, rejeição de contas de gestores públicos, abuso do poder econômico com sentença de inelegibilidade, condenação por improbidade administrativa e demissão do serviço público. e as decisões devem sair até o dia 5 de agosto.
Os tribunais têm até 5 de agosto para realizar os julgamentos e publicar seus acórdãos. O candidato que tiver o registro indeferido pelo tribunal pode recorrer ao TSE e, enquanto aguarda o novo julgamento, continuar a campanha. Para o TSE, o prazo para julgar os recursos vai até 19 de agosto. Fonte O Estadão
Além de Collor, dos seis postulantes ao governo de Alagoas, quatro receberam apresentações de impugnação: Ronaldo Lessa (PDT), que, em 2004, foi condenado a três anos de inelegibilidade por abuso de poder econômico; Jeferson Piones (PRTB) e o governador tucano Teotônio Vilela Júnior. O PSDB é o partido que tem mais registros questionados - 4.
No Distrito Federal, quatro dos sete candidatos aguardam aprovação. O ex-senador Joaquim Roriz, cujo pedido de impugnação registra desde "renúncia a mandato desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição e ausência de quitação de multa imposta pela Justiça Eleitoral (MPE). Ele também declarou guardar em casa R$ 160 mil em dinheiro vivo.
O petista Agnelo Queiroz, de acordo com o TRE-DF, teve suas contas rejeitadas em virtude de irregularidade insanável que configura ato doloso de improbidade administrativa. Newton Lins (PSL) Rodrigo Dantas (PSTU) completam o cenário.
No Maranhão, Roseana Sarney responde por abuso de poder econômico, enquanto seu antecessor, Jackson Lago (PDT) é questionado por causa da Lei da Ficha Limpa.
Ana Júlia Carepa (PA) não declarou seus bens à Justiça Eleitoral, assim como Rogério Novaes (PV-SC). Já o ex-governador de Sergipe João Alves Filho (DEM) declarou ter uma biblioteca que contém joias, quadros, objetos de arte, de coleção e antiguidade avaliada em R$ 6.939,72.
Os pedidos foram feitos pelas procuradorias eleitorais com base na Lei da Ficha Limpa, ausência de quitação eleitoral, rejeição de contas de gestores públicos, abuso do poder econômico com sentença de inelegibilidade, condenação por improbidade administrativa e demissão do serviço público. e as decisões devem sair até o dia 5 de agosto.
Os tribunais têm até 5 de agosto para realizar os julgamentos e publicar seus acórdãos. O candidato que tiver o registro indeferido pelo tribunal pode recorrer ao TSE e, enquanto aguarda o novo julgamento, continuar a campanha. Para o TSE, o prazo para julgar os recursos vai até 19 de agosto. Fonte O Estadão
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